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quarta-feira, 28 de julho de 2010

E tudo fica cor-de-rosa...

As mães, principalmente as de primeira viagem, sabem que a ansiedade insiste em bater à porta muitas e muitas vezes durante a gravidez. Primeiro é a descoberta da novidade, depois o sexo do bebê, as mudanças no corpo, a roupa que não cabe, o medo dos três primeiros meses, a espera por resultado de exames, a escolha da decoração do quarto, o tamanho das roupinhas, a roupa que não cabe mais ainda....
Mas, nada disso tem a menor importância diante da postura dos papais.

Já que o dia deles vem chegando, é a hora certa de dizer que tudo passa e o mundo fica cor-de-rosa no momento em que eles se derretem de carinho pela barriga.

Papai Wendel conversa tanto com a Sofia que só ele consegue acalmá-la nos dias em que ela está agitada. Bastou o toque dele na barriga: aí mamãe e bebê entram em relaxamento total. Ela para de chutar na hora.

Ouve-se muito sobre o que o bebê pode ou não captar, como os sons. Mas, independente disso, ver o papai e o bebê interagindo é mágico. Mamãe vira coadjuvante, com maior prazer.

Aqui em casa, papai sempre se despede da mamãe na hora de ir trabalhar. Agora também se despede da Sofia, na barriga. Na hora de dormir, a mesma coisa.

E eu já fico imaginando como será o relacionamento dos dois.

terça-feira, 6 de abril de 2010

1º mês: tem neném aqui?

Depois de ouvir de uma amiga que a dúvida paira em outras cabeças, vi que não era loucura de uma grávida só. Mesmo com dois exames (um de farmácia e um Beta, exame de sangue para confirmar a gravidez), os poucos sinais no corpo ainda me deixavam insegura.
Imagina: você é avisada de que carrega um outro serzinho. O que sabe é que a menstruação não veio na data prevista. No máximo, os seios um pouco mais fartos e idas mais frequentes ao banheiro. Era assim que eu estava quando descobri a gravidez.
Passei uma semana ainda alugando meu marido: será que tem mesmo neném aqui? Não deixei que ele contasse a novidade. Também não falei no trabalho. Só os íntimos sabiam. E então os proibi de espalhar a boa nova. Santa neurose!
Acho que os hormônios (é verdade mesmo) já estavam maluquetes. A gente não controla, e vocês vão me ouvir dizer isso bastante ainda.
Já entrando no segundo mês, aí sim, começaram os enjoos e ganhei um quilinho. Nada de que se tenha de orgulhar, né, mas naquele momento me fizeram acreditar mais no que eu já sabia.
Não sosseguei até marcar a primeira ultrassonografia. Exatamente na 8ª semana. E o mundo mudou de cor!
Eu não sabia fazer outra coisa além de sorrir. Meu bebêzinho apareceu na tela com seus 21mm, deu uma mexidinha e ouvi seu coraçãozinho a 166 batimentos por minuto.
Ainda tive a bênção de ter o papai ao lado. Toda mulher merece isso!