A minha princesinha completou ontem três meses, com 6,5 quilos e 63 centímetros de gostosura. O tempo voou e Sofia agora vive sorrindo, conversa e grita, adora agitação. Que bom!
Sim, ela é um bebezão, mas os gráficos da puericultura me alegram. As curvas de desenvolvimento peso/idade e comprimento/idade estão perfeitas e, segundo a pediatra, Sofia é grande mesmo e não gorducha. E alimentada apenas com leite materno.
Para as mamães que ainda não chegaram nessa fase, a puericultura é a especialidade da pediatria que se preocupa com o acompanhamento integral do processo de desenvolvimento da criança - citando a revista Novos Hábitos. Os gráficos fazem parte desse acompanhamento e normalmente vêm na caderneta de saúde da criança, que as mães recebem na maternidade. É nela que está o calendário de vacinas, por exemplo. Foi-se o tempo daquele cartãozinho de vacinação...
Também traz informações importantes sobre as atividades da criança em cada fase, dicas para amamentação e alimentação, entre outras informações.
Tudo o que diz respeito aos exames e informações da saúde da criança fica registrado ali. E nunca mais você vai sair de casa sem essa caderneta. Vira documento essencial. Anote aí!
Até a próxima!
sexta-feira, 21 de janeiro de 2011
terça-feira, 11 de janeiro de 2011
Faça você mesma
Sei que ando sumida, mas a baixinha anda consumindo todo o tempo disponível. Que bom! É porque é muito sapeca. Como prometi, vou postar fotos do quartinho da Sofia para compartilhar ideias.
Vou começar pela cortina. A história é a seguinte. Já tinha uma cortina branca no quarto, de tecido bem fininho, que mandei fazer já pensando no futuro.
Então, como já havia muitos tecidos compondo a decoração do quarto, quis manter a cortina branca. O toque especial ficou por conta dos grelots (pompons) na barra, para dar um ar romântico, e os móbiles de borboleta e flores, que eu mesma fiz.
Apanhei um pouco, mas na internet tem muita gente para ajudar. E vale a pena ter um toque seu na decoração do quartinho.
Os grelots podem ser encontrados em armarinhos. Também ficam bonitos nas pontas dos cortinados.
Para o móbile, usei linha de náilon (pode ser fio encerado) e peças de acrílico (transparente e rosa), além do "jacaré" para prender o fio na cortina (ver na segunda foto). Superfácil. É o mesmo processo usado para bijuterias.
O mais complicado foi fazer as flores e borboletas de tecido, com enchimento. Escolhi tecidos já usados no kit berço e na cama da babá ou nos mesmos tons. O molde das flores e o passo a passo achei na internet. Da borboleta, fui tentando até acertar.
Depois, é só montar, intercalando peças de acrílico e as de tecido. Comece por uma ponteira bem bonita e termine na ponta onde o fio será preso no alto da cortina. Uma dica: peças sextavadas garantem mais brilho, lembrando cristais.
Em vez de um forro comum, optei por blecaute em tecido, pra ficar mais escurinho.
Aqui está o resultado.
Vou começar pela cortina. A história é a seguinte. Já tinha uma cortina branca no quarto, de tecido bem fininho, que mandei fazer já pensando no futuro.
Então, como já havia muitos tecidos compondo a decoração do quarto, quis manter a cortina branca. O toque especial ficou por conta dos grelots (pompons) na barra, para dar um ar romântico, e os móbiles de borboleta e flores, que eu mesma fiz.
Apanhei um pouco, mas na internet tem muita gente para ajudar. E vale a pena ter um toque seu na decoração do quartinho.
Os grelots podem ser encontrados em armarinhos. Também ficam bonitos nas pontas dos cortinados.
Para o móbile, usei linha de náilon (pode ser fio encerado) e peças de acrílico (transparente e rosa), além do "jacaré" para prender o fio na cortina (ver na segunda foto). Superfácil. É o mesmo processo usado para bijuterias.
O mais complicado foi fazer as flores e borboletas de tecido, com enchimento. Escolhi tecidos já usados no kit berço e na cama da babá ou nos mesmos tons. O molde das flores e o passo a passo achei na internet. Da borboleta, fui tentando até acertar.
Depois, é só montar, intercalando peças de acrílico e as de tecido. Comece por uma ponteira bem bonita e termine na ponta onde o fio será preso no alto da cortina. Uma dica: peças sextavadas garantem mais brilho, lembrando cristais.
Em vez de um forro comum, optei por blecaute em tecido, pra ficar mais escurinho.
Aqui está o resultado.
Beijos e até mais!
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flor de tecido com enchimento,
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quarto do bebê
segunda-feira, 22 de novembro de 2010
Susto na amamentação
Amamentar sempre foi pra mim algo certo, natural e lindo. Durante a gestação, fiquei absolutamente tranquila com isso, porque na minha família todas sempre tiveram bastante leite. Além disso, tinha bico e, aos 7 meses, já produzia leite.
Mesmo assim, sabia que seria difícil. Sempre pedi ao meu marido e à minha mãe, que foi fundamental nesse processo, que nunca me deixassem desistir. Não queria que meu bebê fosse filha de NAN.
Então, o grande susto veio com o nascimento da Sofia. No segundo dia, minha mama estava enorme e começando a ficar dura. A pega da bebê é boa, foi desde o início, mas eu não percebi que a posição não estava tão boa assim, e começaram as fissuras.
Quando a enfermeira me mostrou, entrei em pânico. Imaginei aquele sofrimento de ter de amamentar mesmo com o bico machucado e saindo sangue.
No outro dia, o leite desceu com tudo. Quando cheguei em casa, quis logo ir ao Hospital da Polícia Militar. Quem mora em Vitória (ES) sabe que aqui só as enfermeiras de lá dão jeito em qualquer problema de amamentação. Meu medo era que, com a mama tão empedrada, Sofia não conseguisse mamar direito.
Fomos até lá: eu, papai, vovó e Sofia. Um anjo disfarçado de sargento Andreia me atendeu. Sabe tudo do assunto. Me ensinou novas posições, deu milhões de dicas, mas até ela se assustou. Tivemos de massagear as mamas com muita força e tirar o leite com bomba elétrica (a vácuo).
Não consigo descrever a dor. Mas Deus dota as mães com uma força sem igual. O trabalho se estendeu para o fim de semana. Tive de receber a enfermeira em casa ou os problemas poderiam ser maiores.
Uma dica para as mamães: o leite desce com força no quarto e quinto dias após o parto, foi o que disseram. E o meu já estava empedrando.
Foram quatro dias de ajuda da Andreia. Eram 200ml, 300ml de leite a cada ordenha. E de duas em duas horas eu tinha de massagear eu mesma o peito. Dureza.
Comprei bomba elétrica, porque a manual ia acabar com minha mama. Poderia machucar mais. Foram uns 20 dias assim. Não sobrava mais tempo para nada.
Após a mamada em um dos seios, a outra mama tinha de ser esvaziada com a bomba. Inclusive de madrugada. E isso porque (graças a Deus), minha filha mama de duas em duas horas. Mais do que isso, a mama poderia empedrar.
Virei doadora para o Banco de Leite do hospital. No fim, deu tudo certo. Há uns 10 dias, a mama começou a voltar ao normal, com uma produção mais controlada do leite.
Minha sorte foi que as fissuras não continuaram. O bico ficou íntegro. Para isso, não usei protetor nem concha de amamentação. Tinha de ficar o dia todo com o máximo de ventilação no seio. Isso evitar os fungos.
A maior lição que tirei disso tudo é que é preciso procurar ajuda logo no início. E a paciência deve ser a maior aliada das mães.
Até mais!
Mesmo assim, sabia que seria difícil. Sempre pedi ao meu marido e à minha mãe, que foi fundamental nesse processo, que nunca me deixassem desistir. Não queria que meu bebê fosse filha de NAN.
Então, o grande susto veio com o nascimento da Sofia. No segundo dia, minha mama estava enorme e começando a ficar dura. A pega da bebê é boa, foi desde o início, mas eu não percebi que a posição não estava tão boa assim, e começaram as fissuras.
Quando a enfermeira me mostrou, entrei em pânico. Imaginei aquele sofrimento de ter de amamentar mesmo com o bico machucado e saindo sangue.
No outro dia, o leite desceu com tudo. Quando cheguei em casa, quis logo ir ao Hospital da Polícia Militar. Quem mora em Vitória (ES) sabe que aqui só as enfermeiras de lá dão jeito em qualquer problema de amamentação. Meu medo era que, com a mama tão empedrada, Sofia não conseguisse mamar direito.
Fomos até lá: eu, papai, vovó e Sofia. Um anjo disfarçado de sargento Andreia me atendeu. Sabe tudo do assunto. Me ensinou novas posições, deu milhões de dicas, mas até ela se assustou. Tivemos de massagear as mamas com muita força e tirar o leite com bomba elétrica (a vácuo).
Não consigo descrever a dor. Mas Deus dota as mães com uma força sem igual. O trabalho se estendeu para o fim de semana. Tive de receber a enfermeira em casa ou os problemas poderiam ser maiores.
Uma dica para as mamães: o leite desce com força no quarto e quinto dias após o parto, foi o que disseram. E o meu já estava empedrando.
Foram quatro dias de ajuda da Andreia. Eram 200ml, 300ml de leite a cada ordenha. E de duas em duas horas eu tinha de massagear eu mesma o peito. Dureza.
Comprei bomba elétrica, porque a manual ia acabar com minha mama. Poderia machucar mais. Foram uns 20 dias assim. Não sobrava mais tempo para nada.
Após a mamada em um dos seios, a outra mama tinha de ser esvaziada com a bomba. Inclusive de madrugada. E isso porque (graças a Deus), minha filha mama de duas em duas horas. Mais do que isso, a mama poderia empedrar.
Virei doadora para o Banco de Leite do hospital. No fim, deu tudo certo. Há uns 10 dias, a mama começou a voltar ao normal, com uma produção mais controlada do leite.
Minha sorte foi que as fissuras não continuaram. O bico ficou íntegro. Para isso, não usei protetor nem concha de amamentação. Tinha de ficar o dia todo com o máximo de ventilação no seio. Isso evitar os fungos.
A maior lição que tirei disso tudo é que é preciso procurar ajuda logo no início. E a paciência deve ser a maior aliada das mães.
Até mais!
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